O tratamento psicanalítico é um caminho de descoberta a dois, um espaço de análise co-criado pelo par analista- analisando. A escuta do analista privilegia os processos inconscientes da dinâmica relacional desenvolvida sessão a sessão, procurando o(s) sentido(s) do sintoma, e o sofrimento que esconde e revela. A escuta empática do analista procura através dos encontros e desencontros do processo analítico, desbloquear as defesas e resistências que naturalmente surgem em qualquer processo analítico, promovendo a descoberta no analisando de soluções novas.
É um caminho transformador e portador de novas respostas, de um conhecimento ampliado do nosso mundo interno, sem juízos, nem bom nem mau, menos idealizado e mais equilibrado, promotor de esperança e contendo a dor depressiva, capacitando-nos num crescimento das nossas possibilidades de ser.
O método psicanalítico implica a realização de várias sessões por semana, necessárias à criação de um ambiente de trabalho com a profundidade fundamental para a emergência da associação livre de ideias, através da qual a escuta dos processos inconscientes se realiza.
Hoje vivemos num mundo apressado e que nos pressiona frequentemente para agir, competir e procurar ter sucesso. Raramente as pessoas encontram tempo para se pensarem com profundidade, o mundo de hoje tirou-nos esse tempo, deixando o ser humano mais pobre. A psicanálise proporciona precisamente um lugar diferente, onde podemos parar, olhar e analisar os nossos sentimentos mais profundos, as angústias que nos bloqueiam e limitam, encontrar no psicanalista um outro que ajude a pensar o que até aí, embora por vezes conhecido, não foi pensado. Re-encontrar o desenvolvimento suspenso ou bloqueado, retomar o ser, encontrando um sentido mais autêntico para a vida.

Grupo de Psicodrama Psicanalítico
O que é o Psicodrama Psicanalítico?
O Psicodrama é uma Psicoterapia de Grupo que começou a ser criada por J. L. Moreno nos anos 20 do Séc. XX, tendo influências do teatro, da psicologia e da sociologia. Do ponto de vista técnico, realiza-se num processo de ação e de interação, no “aqui e agora” da dramatização. A pessoa pode no “como se” do palco psicodramático viver e reviver diferentes papeis, mobilizando o corpo e a mente, com a ajuda de um grupo de suporte com o qual pode aprender, identificar-se, diferenciar-se e também criar uma ligação única para o seu crescimento emocional. Muitas vezes são usados jogos, música, movimento corporal, role-play e outras técnicas terapêuticas para facilitar e proporcionar experiências de aprendizagem ao grupo que possa permitir o aprofundamento do auto-conhecimento.
O grupo de psicodrama pode ser assim um espaço de liberdade, de desenvolvimento de capacidades, de compreensão e transformação dos “dramas” internos” num contexto protegido.
O processo de integração no grupo implica a realização de uma sessão individual, para orientar o projecto terapêutico e esclarecimento de dúvidas.
Alexandre Castro e Silva

O casamento é bom de fazer; mas quem o há-de manter, muito há-de de saber
Provérbio popular
Será possível saber como se deve escolher quem se ama? O que nos leva a amar uma pessoa e não outra? Algumas pessoas parecem nunca saber escolher a pessoa certa. Quais serão os motivos que inconscientemente nos podem empurrar para certas escolhas?
Não são perguntas de resposta única, afinal têm ocupado o Homem ao longo dos séculos, desde poetas, cientistas, pintores, atores, escritores, filósofos e psicólogos, todos têm tentado explicar os mistérios do coração.
Neste mês de dezembro, mês do Natal e dos encontros familiares, iremos ocupar-nos com a relação amorosa mais duradoura, e não com as paixões fugazes ou os encontros sexuais fortuitos. São infindáveis os motivos que atraem as pessoas, desde os imprevistos à química, da beleza ao humor. Serão assim tão aleatórias as razões que nos levam a ficar juntos? Não me parece! Ler Mais

O que é o Psicodrama Psicanalítico?
O Psicodrama é uma Psicoterapia de Grupo que começou a ser criada por J. L. Moreno nos anos 20 do Séc. XX, tendo influências do teatro, da psicologia e da sociologia. Do ponto de vista técnico, realiza-se num processo de ação e de interação, no “aqui e agora” da dramatização. A pessoa pode no “como se” do palco psicodramático viver e reviver diferentes papeis, mobilizando o corpo e a mente, com a ajuda de um grupo de suporte com o qual pode aprender, identificar-se, diferenciar-se e também criar uma ligação única para o seu crescimento emocional. Muitas vezes são usados jogos, música, movimento corporal, role-play e outras técnicas terapêuticas para facilitar e proporcionar experiências de aprendizagem ao grupo que possa permitir o aprofundamento do auto-conhecimento.
O grupo de psicodrama pode ser assim um espaço de liberdade, de desenvolvimento de capacidades, de compreensão e transformação dos “dramas” internos” num contexto protegido.
O processo de integração no grupo implica a realização de uma sessão individual, para orientar o projecto terapêutico e esclarecimento de dúvidas.
Alexandre Castro e Silva

Bom dia,
Do site O Psicólogo responde peguei seu e-mail e desejo muito tirar minhas dúvidas referente ao meu namoro.
Bom, tenho 19 anos e estou namorando já há quase 5 meses, e este é meu primeiro namoro. É um namoro a distancia, em que nos encontramos uns 3 finais de semana por mês. A insegurança é terrível e o medo de perder o indivíduo é maior ainda, pois foi com ele que tive a minha primeira relação sexual.
Não coloquei muita fé no relacionamento no começo, pois os relacionamentos anteriores nunca passavam de um mês. Logo, quando percebi que realmente poderia dar certo me entreguei e o ciúmes começou a bater. Não podia ter um objecto ou qualquer referência que se tratava de um ex já ficava mal e não aceitava. Com o passar do tempo fui aceitando esta situação e hoje não fico tão incomodado neste tipo de situação. Mas o fato de ficarmos longe a maioria do tempo ainda me deixa inseguro e pensar que pode estar me traindo. O indivíduo também tem o mesmo pensamento que eu, de insegurança, ciúmes e crises sobre imaginar estar traindo, pois alega já ter sofrido muito com namoros passados (em relação a traição). O indivíduo não perdeu a virgindade comigo.
A minha maior duvida é que todo e qualquer questionamento que eu faço sou rebatido acusado de também estar fazendo a ação. Exemplos: “Amor, vocês me traiu? – Não, por quê, você me traiu?”; “Amor, você está mentindo? – Não, por quê, você está mentindo pra mim?.
Então toda vez que faço este tipo de pergunta fico me questionando se realmente está me rebatendo pelo mesmo motivo de eu estar perguntando ou se está me rebatendo porque realmente me traiu e mentiu pra mim, pois quer jogar a culpa em cima de mim e fazer com que eu não descubra?
Vale ressaltar que o indivíduo mora sozinho e que me diz “Eu te amo” todos os dias. Disse também uma vez no começo do relacionamento que não admitiria nem um tipo de traição, mas recentemente disse que dependendo da traição me perdoa.
Ele realmente mente pra mim? Ele me trai? Ou é fiel e este questionamento não passa de uma imaginação minha?
Fico ansiosamente no aguardo do seu retorno.Obrigado.
7 anos de pesquisa e 500 entrevistas depois…

Estou namorando há um ano. Desde que nos conhecemos a paixão foi crescendo nos dois. Mas ele sempre demonstrou mais ciumes e insegurança. Queria falar comigo 24h por dia e isso até me sufocava um pouco. Ligava e queria me ver toda hora. Se eu tivesse que ir embora ele ficava chateado etc. Ele dizia se sentir fragil como nunca sentiu antes com outra. Mas sempre correspondi tudo.Em Em janeiro fui viajar de férias com minha família passei o mês todo fora mas nos falávamos todos os dias. Quando voltei ele estava completamente diferente. Ler Mais
Um documentário interessante sobre a perturbação narcísica de personalidade! Todos conhecemos um ou até mais do que um. São os piores chefes, são aqueles que só falam deles, que exploram os outros, procuram admiração e ser idolatrados a todo o momento, entre outras características. Ler Mais